E o ano chega ao fim, dobrando a esquina,
como quem desce a ladeira cansado, mas em paz.
Traz nos pés a poeira de uma estrada rotina,
e nos olhos o brilho do que não volta mais.
As águas do Capibaribe levam as mágoas,
em direção ao mar que tudo sabe curar.
O tempo é esse rio de muitas águas,
que corre sem pressa para se renovar.
Não é um ponto final, é uma pausa sentida,
um respiro profundo antes do frevo chegar.
É a hora de arrumar a bagagem da vida,
e escolher os afetos que vamos levar.
Que o novo ano seja brisa na orla,
seja o azul de Pernambuco a nos guiar.
Pois quando um ciclo se finda e se desenrola,
o melhor da jornada é saber recomeçar.
Jacytan Melo, poeta, músico e sonhador / dezembro, 27, 2025
como quem desce a ladeira cansado, mas em paz.
Traz nos pés a poeira de uma estrada rotina,
e nos olhos o brilho do que não volta mais.
As águas do Capibaribe levam as mágoas,
em direção ao mar que tudo sabe curar.
O tempo é esse rio de muitas águas,
que corre sem pressa para se renovar.
Não é um ponto final, é uma pausa sentida,
um respiro profundo antes do frevo chegar.
É a hora de arrumar a bagagem da vida,
e escolher os afetos que vamos levar.
Que o novo ano seja brisa na orla,
seja o azul de Pernambuco a nos guiar.
Pois quando um ciclo se finda e se desenrola,
o melhor da jornada é saber recomeçar.
Jacytan Melo, poeta, músico e sonhador / dezembro, 27, 2025

Comentários
Postar um comentário