Imagem: Reprodução/Internet Meu silêncio é minha sobrevivência é minha vivência entre os vivos, entre os mortos, entre as sombras. Nada falo, nada penso, nada sou apenas ouço gritos e sussurros, de uma sociedade em decadência. È bom estar em silêncio ouvindo os labirintos da mente o pulsar do coração. Meu silêncio é minha inspiração nau sem rumo, sem prumo navegando no mar aberto em uma escuridão sinistra. Meu silêncio incomoda o barulho perturba o caos. Vai de encontro à luz, pálida, fria, enormemente brilhante, refletindo meu semblante no cais do porto deserto. Jacytan Melo, poeta março / 2013
Blog das criações literárias de Jacytan Melo: versos, poesias e contos.