Após 25 anos vi-me diante da necessidade, de praticar o exercício de ser só. Não uma solidão melancólica destrutiva, doentia, apavorante, angustiante. Um sozinho com ausência apenas de corpos, divisão de tarefas domésticas, [financeiras (essas coisas de casais) No princípio causa espanto, estranheza, achando impossível enfrentar a nova realidade: afinal, são 25 anos de juras de amor eterno sem nenhuma intenção de separação. Jacytan Melo, Recife, 11/dezembro/2010 twitter.com/jacytan facebook.com/jacytanmelopoeta
Blog das criações literárias de Jacytan Melo: versos, poesias e contos.