Na tela do celular faço versos de amor (desamor) de dor, esperança, ilusão. É arma certeira vai direto ao coração. Fiz poemas de todas as maneiras em papel almaço, guardanapos, papel de embrulho, fui ignorado, não tive atenção. Cheguei a declamar poemas fiz até em forma de canção, de nada adiantou, nada de atenção. Hoje faço versos de amor da janela do celular, por apenas alguns centavos, consigo atingir corações. Jacytan Melo, Recife, 14/12/2009 facebook.com/jacytanmelopoeta twitter.com/jacytan
Blog das criações literárias de Jacytan Melo: versos, poesias e contos.