Imagem: Reprodução Na calçada da praça gente que passa depressa em grupos conversam as coisas da vida sofrida vividas no dia a dia Na calçada da praça tem banco de graça tem brisa, tem graça doçura, raiva, tristeza ironia no rosto. de quem passa. No meio da praça tem fontes, tem flores, mendigos, sujeira (horrores) É tarde na praça a noite se aproxima sorrateiramente, dando seu ar da graça alegrando quem passa com sua fonte iluminada num espetáculo multicor. Jacytan Melo, Recife, 17/12/2009
Blog das criações literárias de Jacytan Melo: versos, poesias e contos.